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Ora que a natureza sempre acha seus caminhos entre os trancos, barrancos e planaltos da vida para redução de uma população espertinha demais para ceder às intempéries da existência corpórea. Como um EGE passou ela, gloriosa numa espécie que julgava ser imune a (quase) tudo e que desenvolvia todos os trambiques necessários para matar e evitar bichinhos pequenininhos com seus capsídeos fofinhos e aqueles outros que gostam de enchentes, amam pulgas e têm fetichismo por scat. Lá foi a mãe natureza, ela mesma, estudando a fraqueza humana para notar QUE o controle das lebres bípedes para sua aurea mediocritas seria pelas vias da ignorância PIMBA PIMBA Nasceu em algum dia remoto o humano acordado. O humano banhado na falsa sabedoria que ostentava, deliciando-se com seu pseudoconhecimento. O que estava longe de ser um problema, voltou a ser ameaça. Temiam uma redução populacional por parte (((deles)))?, ou alguma força diambólica da dominação mundial. Mal sabiam eles que caíram nas teias da mãe terra e eles mesmos fariam o papel de botar a natureza nos eixos. Destino manifesto: suas crias e os arredores desprevinidos e enfraquecidos, quiçá até mesmo eles, vieram para perecer ante os bichinhos adoráveis que vivem (ou esperam para viver) e equilibrar a merda toda. A forma da redução populacional tem nome, podendo ser um Denis Lanks ou um Guilherme Souza e também mães iluminadas pelo dom da natureza a ignorância. Árvore, metiolina perna baranga ignorância do pseudo intelectual arginina IQBAL Vais morrer de vírus tosco, bactéria babacteriosa Nem sempre a transcrição reversa é e os boa noite a todos e os Detefon neles

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